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INCÊNDIO CAUSA COLAPSO DE PRÉDIO INVADIDO NO CENTRO DE SP

Na madrugada da última terça-feira, dia 1º, mais uma tragédia ocorreu envolvendo um
incêndio de grandes proporções. Um edifício de 24 andares pegou fogo na região central da
capital paulista e desabou rapidamente após as chamas consumirem a estrutura do prédio.
O prédio que já foi sede da Polícia Federal em São Paulo era ocupado por mais de 300
pessoas, integrantes do movimento sem teto. Uma igreja e um edifício residencial, que
eram vizinhos, também foram vítimas das chamas. Ainda não há informações sobre
mortos, mas os bombeiros confirmaram que 44 pessoas estão desaparecidas.
O imóvel pertencia à União, estava sem uso oficial e havia sido ocupado por grupos semteto.
Em 1992, foi tombado por ser considerado “bem de interesse histórico, arquitetônico
e paisagístico”.
O Brasil já viu, infelizmente, vários casos como esse. O mais grave, em termos residenciais,
sendo o Edifício Joelma, em 1971, também em São Paulo. Diante de tamanha proporção
fica o questionamento: o que tem sido feito pelo mercado de seguros para aumentar a
porcentagem de segurados que terão a garantia da reparação que precisam para seguir
suas vidas após esses lamentáveis acontecimentos?
Sergio Ricardo, colunista do CQCS, lembra que os prédios abandonados pelos donos, o
próprio Estado, e/ou ocupados ilegalmente, não tem seguro contra incêndio,
desmoronamento ou mesmo responsabilidade civil. “São riscos excluídos pelos contratos”,
diz ele. Mas os apartamentos vizinhos, e até a igreja, que foram invadidos pelo fogo
poderiam ter seus bens salva-guardados pelo seguro residencial. Ele diz ainda que, no caso
destes prédios próximos ao edifício que desmoronou o único caminho para ressarcir os
prejuízos é a ação judicial contra o Estado, sem qualquer garantia de êxito.
Mas e o seguro de condomínio dos outros prédios atingidos pelo incêndio? Onde eles
entrariam nessa história? O seguro obrigatório para condomínio determina que o síndico
deve fazer seguro em todas as unidades autônomas, ou seja, nas áreas comuns e do
entorno do prédio. Ele não tem obrigação de contemplar cobertura para o conteúdo das
unidades, isto é, os próprios apartamentos dos moradores.
Em todo o país, há 68 milhões de domicílios. Porém, somente 9,8 milhões possuem seguro
residencial, de acordo com estudo realizado pela Comissão de Riscos Patrimoniais –
Massificados da FenSeg. Desta forma, a porcentagem de lares protegidos é de apenas
14,5%. Esse percentual demonstra a necessidade de o brasileiro despertar para esse seguro
e a necessidade do corretor ofertar esta proteção.
É preciso que o mercado entenda, e também a população, a gravidade de termos números
tão baixos dentro de nosso país. Cada residência sem a cobertura adequada é mais uma
família que poderá ficar desamparada em casos como esse. É também em momentos assim
que fica mais claro o papel do corretor frente à sociedade. O Corretor de Seguros não é
apenas mais um vendedor entre tantos que nos ofertam centenas de produtos todos os
dias. Um termo já batido, mas totalmente verdadeiro, é que o corretor de seguros é um
consultor. Ele é o profissional mais qualificado para ouvir, entender e oferecer o seguro
ideal para cada pessoa. O corretor é responsável pela segurança e tranquilidade da família
de cada segurado que ele atende.
Mas, afinal, por que esperamos grandes tragédias para lembrar da importância do seguro?
Entre em contato com a Domaco Corretora, estamos sempre dispostos a te ajudar e
oferecer as melhores condições para seu seguro.

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