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O Mercado Segurador do Futuro

Texto para provocar reflexão, diante das inúmeras incertezas dos dias atuais……
O Mercado Segurador do Futuro
Como se comportará o mercado segurador num mundo em constantes transformações, em que as mudanças comportamentais e a evolução tecnológica eliminam profissões, aposentam equipamentos e negócios se tornam dispensáveis como progresso da humanidade?
Ninguém consegue precisar ainda, qual será o impacto do bitcoin (moeda virtual) nas transações financeiras daqui a algum tempo.
Certamente as indagações têm a ver com um artigo de anos atrás “Um Dia Sem Seguros”.
Discorria sobre a importância do seguro na vida das pessoas, nas suas profissões e nos empreendimentos. Procurava mostrar que sem a proteção do seguro não teríamos chegado ao atual estágio de desenvolvimento. Sua importância nãos se restringe apenas ao seu papel de proteger pessoas e patrimônios contra riscos naturais de viver e empreender, para se completar na sua capacidade de gerar poupança para investimentos produtivos através de suas reservas técnicas.

Com toda convicção, ouso afirmar que não vislumbro qualquer mudança neste papel exercido com sucesso ao longo dos séculos. O autor francês Jacques Attali em seu livro “Uma breve história do futuro” reserva para atividade de seguros um lugar muito especial no funcionamento do mundo. Em sua visão do comportamento das pessoas às estratégias empresariais, tudo, de certa forma, estará sujeito aos princípios do seguro, cujas empresas ele coloca no topo da cadeia econômica.
Não duvido das previsões de Jacques Atalli, mas minha convicção na importância do seguro, em qualquer tempo, se fundamenta, acima de tudo, na sua capacidade para se transformar, para se adaptar à realidade das regiões onde atua e para criar produtos de acordo com as necessidades de seus clientes, graças ao constante aprimoramento de suas empresas e de seus profissionais. Hoje já se podem moldar coberturas de acordo com as necessidades de cada pessoa ou empreendimento e daqui para frente essa pratica se acentuará e sempre mais.

Um sheik árabe, seja qual for sua fortuna, pode abrir mão do seguro saúde, do seguro de veículos, mas em nenhum momento deixara de buscar cobertura para seus poços de petróleo ou outros negócios que sejam a fonte de suas rendas. Ou seja, enquanto houver risco e o amanhã continuar imprevisível, a humanidade não pode dispensar a proteção dos seguros. E as palavras de Guimarães Rosa, escritas na metade do século passado, estão cada vez mais presentes no dia a dia de todos, aqui e em qualquer lugar do mundo: “viver e muito perigoso”.
E, acima de tudo, minha convicção me diz que, por mais que a civilização evolua, vai ser muito difícil substituir um mecanismo que se mostra tão eficaz quanto necessário para reconstruir vidas e patrimônios e tão eficiente na formação de poupança par ao futuro e na promoção do bem estar das pessoas em todos os momentos de sua existência

Texto de João Elisio Ferraz de Campos
Pres. Com. Centauro-ON
Empresário e Ex-Gov. do Paraná

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